15 de outubro de 2014

Resenhando: Orange is the new black

Elenco da primeira temporada.

Sempre que alguém me dizia que estava aguardando ansiosamente pelo próximo episodio de algum seriado, eu não entendia direito como as pessoas se apaixonavam por séries. Eu nunca gostei de nenhum. Exceto aos 15 anos quando assisti a primeira e a segunda temporada de Gossip Girl.

Mas tudo mudou quando me deparei com Orange is the new black, seriado exibido pela Netflix. A primeira coisa que me chamou a atenção é o fato de que o drama é baseada na vida de Piper Kerman que foi presa por lavagem de dinheiro quase 10 anos depois do crime cometido.

Na série, Piper Chapman é sentenciada a 15 meses de prisão na penitenciaria feminina federal as vésperas de seu casamento com Larry, por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas, em favor de sua ex namorada Alex Vause.


Antes de Alex mencionar Piper em seu julgamento - fato que levou a prisão de Piper - a loira levava sua vida tranquilamente na classe média-alta de Nova York, ao chegar ao presidio Piper precisa se adaptar a segregação racial que as detentas fazem, ataque de mulheres insanas que querem ela como "esposa" entre outras milhares de outras maravilhas que só uma prisão pode te oferecer. E como se já não bastasse ser dedurada pela ex, elas se reencontram na prisão.

O sexo é um elemento bem forte na série, mas são poucas as representações do ato. Na primeira temporada existem diversas cenas muito bem construídas para conflitos, mas que no fim acabam em água com açúcar, mas esse probleminha é resolvido na segunda temporada. Logo nos primeiro episódios já percebi que as coisas seriam diferente.
Elenco da segunda temporada



As historias de personagens secundários ocorrem em forma de flashback e foi uma das coisas que me fez assistir as duas temporadas até o fim. As que merecem destaque são: A historia de Sophia uma transexual que tem problemas com o filho ( a personagem é interpretada por Laverne Cox, que é transexual ), a de Doggett, uma caipira fanática religiosa, Red, a cozinheira russa que trabalhou pra máfia e a minha preferida e mais clichê: a historia de Daya com o policial John.

Durante a primeira temporada Piper é o foco de todos os episódios e quase não temos informações nenhuma sobre as outras detentas, o que muda completamente na segunda temporada. Piper da espaço para episódios mais dinâmicos e com flashbacks muito bacanas das historias das outras personagens.

A série aborda temas muito importante como: sexualidade, descaso do sistema carcerário com a sua população, corrupção, despreparo para com as idosas e pessoas com problemas mentais, falta de atendimento médico adequado e etc,

A única coisa que me incomoda na série é sua abertura e música tema.


Mal posso esperar pela 3ª temporada.


Um comentário:

  1. Precisa assinar a netflix pra assistir? Pq eu ainda não achei em nenhum lugar e tô louca pra assistir! ):
    soterocarioca.wordpress.com

    ResponderExcluir

Link do seu blog - créditos

Tema Base por Butlariz